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Confidências para o Exílio 3
AA.VV.
Capa de Luís Palma a partir de um trabalho de Ricardo Basbaum.
Design de CMC – Comunicação Visual, Lda.
Produção Luís Palma.
Miguel von Hafe Pérez
21X16cm
80 páginas
1000 exemplares
1995
(Março)
Porto
87326/95 ; não tem
Offset. Capa impressa a duas cores (cor-de-laranja e preto); miolo impresso a preto. Cadernos cosidos e colados.
O editorial de Miguel von Hafe Pérez tem como mote uma citação de Delacroix (criticando Courbet nas suas “Oeuvres Littéraires”) e propõe : “A tensão provocada, já em meados do séc. XIX, entre uma visão da arte enquanto território de específicos saberes e outra privilegiadora de uma confrontação directa com o devir social (...). Se bem que de uma forma mais estratificada, toda a modernidade assistiu ao aprofundamento destes pressupostos, erigindo sistemas de representação que reclamavam leituras idealistas ou realistas. Este maniqueísmo teórico serve-nos, aqui, para contextualizar diferentes posturas perante a própria contemporaneidade, perfeitamente discerníveis neste número das Confidências para o exílio.” (pág. 3)

Ensaio de Diogo Alcoforado “Modernidade, Pós-Modernidade: Lugares de Exílio”; imagens e texto de Carlos Vidal “(Auto)definição da arte”; imagens e texto de Manuel Casimiro (na 3ª pessoa) “Reflexões sobre o artista de ninguém”; imagens, ensaio visual e manifesto de Ricardo Basbaum “Take away manifestos”.
Biblioteca da ESAD.CR, Caldas da Rainha.
Biblioteca da Fundação Gulbenkian, Lisboa.
id
date time
2016-12-21 21:48:25