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Confidências para o Exílio 4
AA.VV.
Capa de Luís Palma a partir de um trabalho de António Olaio.
Design de João Faria e Luís Palma.
Produção de Luís Palma.
Miguel von Hafe Pérez
21X16 cm
92 páginas
1000 exemplares
1995
(Novembro)
Porto
92448/95 ; não tem.
Offset. Capa impressa a duas cores (azul e preto); miolo impresso a preto. Cadernos cosidos e colados.
Editorial de Miguel von Hafe Pérez tem como mote uma citação de Mário Cesariny e propõe: “As Confidências para o exílio nasceram na plena convicção de que tinham um espaço próprio no panorama editorial nacional. Como diz o extraordinário Cesariny, se não tivermos a certeza de estar a comunicar, se o nosso discurso servisse unicamente qualquer tipo de auto-promoção, mais valia estar calado. Contudo, o modo como têm sido respondidos os vários convites de colaboração com esta publicação, o empenho crítico e profissional com o qual nos quiseram sempre distinguir, molda de forma indelével um auditório palpável e atento ao que as Confidências para o exílio e os seus participantes têm para mostrar e dizer. E é neste pequeno círculo de cumplicidades estéticas e vivenciais que vamos mantendo um projecto silencioso, mas criticamente ambicioso (...).”
Entrevista de Victor Diniz a António Olaio “Sócrates dedicando-se à música (?)”; texto (em espanhol) de Jesus Fuenmayor “Vaisman VS Vaisman”; Imagens e ensaio de João Louro “Assunção estética”; texto de Rui Amador, acompanhado por um glossário, sobre a obra de João Louro “O rectificador”; ensaio de Michele Cannatà e Fátima Fernandes “Tradição do moderno” sobre projectos, como uma capela do Arquitecto Manuel Nunes de Almeida, uma pousada do Arquitecto Rogério Ramos, ou o edifício de Comando do Arquitecto João Archer de Carvalho.
Biblioteca da ESAD.CR, Caldas da Rainha.
id
date time
2016-12-21 21:50:48