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Jornal da Oficina do Cego #3
AA.VV.
(Isabel Baraona)
Isabel Baraona fez o papel de editor em nome da Oficina do Cego;

Design, Cabeçalho e Paginação – Cláudia Dias.

Textos - Manuel de Freitas, José Bártolo, Luísa Barreto, Pedro V. Moura, Sara Figueiredo Costa, Filipe Leal de Faria, Eduardo Salavisa, Amir Brito Cadôr, Ana João Romana, Catarina Figueiredo Cardoso e Catarina Leitão.

Desenhos e Ilustrações - José Feitor, Luís Henriques, Isabel Baraona, Paulo Leal, Filipe Leal de Faria, Eduardo Salavisa, André Lemos, Bárbara Rocha, Rui Carvalho, Tamara Alves e Tiago Baptista
Oficina do Cego
45X31 cm
12 páginas + 1 encarte
500 exemplares
2011
(Março)
Lisboa
ISSN 1647-9378
off-set, uma cor (azul), folhas agrafadas com um ponto de arame. Todos os exemplares foram carimbados usando diferentes cores com o carimbo da Oficina do Cego e outros com desenhos elaborados por José Feitor e Isabel Baraona.
Isabel Baraona foi a 3ª editora convidada para produzir o jornal da Oficina do Cego, a imagem do jornal -o design, cabeçalho e paginação – ficou a cargo de Cláudia Dias.
Este número foi dedicado à ideia de colecção e do que é (ou pode ser) editar, foi também dado destaque a alguns projectos editoriais recentes. Os textos são assinados por José Bártolo que discorre sobre o livro do meio e o papel do editor, Luísa Barreto escreve sobre a cartilha maternal de João de Deus, Pedro V. Moura conjuntura sobre o ABC, Sara Figueiredo Costa publica notas pessoais sobre a crítica e o jornalismo em torno dos livros, Filipe Leal de Faria apresenta os Urban Sketchers, Eduardo Salavisa fala do seu interesse pelos diários gráficos. Amir Brito Cadôr, Ana João Romana, Catarina Figueiredo Cardoso e Catarina Leitão abordam questões sobre fazer, coleccionar e o que pode ser uma biblioteca de livros de artista.
As ilustrações foram feitas por José Feitor, Luís Henriques, Isabel Baraona, Paulo Leal, Filipe Leal de Faria, Eduardo Salavisa, André Lemos, Bárbara Rocha, Rui Carvalho e Tamara Alves. A BD inédita de Tiago Baptista intitula-se “Uma pequena história sobre uma pequena conversa entre um homem de barro que sai e entra de telas e um tipo com algumas coisas a fazer”.
O poema é assinado por Manuel de Freitas, “Sonic Youth”, 2010.
O encarte reproduz um desenho inédito de Paulo Leal.
Exemplares disponíveis para consulta na biblioteca da ESAD.CR, Caldas da Rainha; na Biblioteca da Fundação Gulbenkian, Lisboa.
id
date time
2013-07-22 01:00:00